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Estado espera agilidade na execução do apoio ( * )

Publicado: Terça, 12 de Julho de 2005, 05h39 | Modificado por: | Última atualização em Terça, 12 de Julho de 2005, 05h39 | Acessos: 829
O secretário de Agricultura e Pecuária, Carlos Matos, não esconde a
sua preocupação quando se fala em data para a execução das ações
do Grupo de Trabalho Federal. Segundo ele, a Defesa Civil Federal
sabe e já reconheceu a situação emergencial de 33 municípios
cearenses. Mesmo assim, até agora, disse que nada veio para
amenizar o problema. “Quero saber é quando estas ações serão
realmente executadas. Porque elas precisam chegar a tempo para que
nossos agricultores sejam atendidos na hora da precisão”, observa
Matos.

Segundo ele, a responsabilidade para a execução das ações voltadas
para as áreas afetadas pela estiagem e calamidades pública é do
governo federal e, até agora, nenhuma ação foi implementada.

O diretor do Dnocs, Eudoro Santana, também expressou receio de que
o apoio demore muito. “Em todos os anos de estiagem são levantados
os mesmos problemas e tudo que é feito são ações paliativas.
Propostas existem em milhões de projetos e papéis já elaborados e
nada foi feito até agora.

O secretário estadual de Ação Social, Raimundo Gomes de Matos,
rebate as informações de que a Defesa Civil do Estado não tem enviado
os dados sobre as demandas emergenciais do Estado ao Ministério da
Integração Nacional. Gomes de Matos informa que quinzenalmente é
enviada uma planilha da situação dos municípios já reconhecidos pela
Defesa Civil Federal. “Nós preenchemos laudos de avaliações de
perdas e danos e enviamos aos Ministério para o devido
reconhecimento do governo federal. A avaliação quinzenal só irá se
proceder quando alguma intervenção for executada. Assim sendo, todas
as demandas e vulnerabilidades já foram encaminhadas”, disse
Gomes de Matos.

( * ) Matéria publicada no jornal Diário do nordeste, edição de 12.07.05
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