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Diretor Geral do DNOCS reúne coordenadores estaduais  

Publicado por: Simone Nunes Cavalcante | Publicado: Quarta, 13 de Novembro de 2019, 16h27 | Modificado por: Simone Nunes Cavalcante | Última atualização em Terça, 03 de Dezembro de 2019, 14h32 | Acessos: 1052

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Convocada pelo Diretor Geral, Rosilônio Magalhães, aconteceu nesta manhã, 13, reunião com os coordenadores estaduais do DNOCS. Realizado no Gabinete, na Sede Central em Fortaleza (CE), o encontro faz parte da meta de gestão, como primeiro encontro de pelo menos dois, até fevereiro, com as coordenadorias, como forma de promover a integração no Órgão.  

Seguindo ordem alfabética, cada coordenador apresentou o panorama no seu estado; as obras realizadas, bem como, os desafios enfrentados em cada área. Iniciando por Alagoas, Paulo Maia, coordenador da CEST/AL, explicou que as obras de fornecimento de água em áreas públicas estão sendo priorizadas no estado e explicou a meta de produção de alevinos. Entre os principais desafios, a falta de pessoal e a falta de recursos para recuperação de obras foram destacados.

Para o coordenador da CEST/BA, Lucas Lobão, a perspectiva é que se consiga verba para o DNOCS através de emendas parlamentares. “Sem essas emendas, que é o que faz dar relevância ao Órgão, a gente não vai conseguir”, afirma o coordenador, referindo-se a falta de verba devido aos contingenciamentos que ocorreram nos últimos anos.

No Ceará, existem cinco equipes técnicas, mas sem orçamento para realizar as obras. A falta de fiscalização também é um problema enfrentado, segundo o coordenador da CEST/CE, Hermenegildo Sousa.”50% dos açudes estão sem ter mais de uma pessoa vendo o que acontece”, explica.

Aleksander Souza, coordenador em Minas Gerais, iniciou falando das dificuldades no Norte do estado, exemplificando o município de Pedra Azul em que todos os dias a água chega através de carros pipa. Em 2019, foram perfurados 10 poços artesianos em parceria com prefeituras, forma de concluir as obras utilizadas em várias coordenadorias.

Na Paraíba, segundo o coordenador, Alberto Batista, muitas obras estão em etapa de conclusão ou concluídas no prazo. A recuperação de barragens é uma demanda da CEST/PB.

 “A nossa dificuldade é pessoal”, explica o coordenador da CEST/PE, Marcos Rueda. Falta pessoal qualificado com conhecimento técnico. Em 2019, o estado teve três obras grandes concluídas: Barragem de Ingazeira, Barragem de Barra do Juá e  Adutora do Pajeú.

No Piauí, o coordenador Djalma Policarpo, falou da falta de servidores na área administrativa e equipes para fiscalizar as obras que estão por vir. 

Eduardo Alves Wanderley, do Rio Grande do Norte, disse que a situação da coordenadoria é crítica.” Precisamos com urgência de terceirizados. Os servidores estão se aposentando”. Ele disse, ainda, que algumas barragens foram recuperadas e foram feitas parcerias com a Agência Nacional de  Águas. 

Perfuração e manutenção de poços artesianos estão sendo feitos pela Coordenadoria de Sergipe. O gestor  Luciano Gois, também garante o acompanhamento da piscicultura. Como todas as outras coordenadorias ressalta a falta de pessoal.

O Diretor Geral,  Rosilônio Magalhães,  ficou feliz com o encontro. “ Na minha concepção atendemos o objetivo principal  que é o de compreender a situação das coordenadorias e tentar a todo custo ajudá-las da melhor forma”.

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