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Plano contempla recuperação de barragens sendo maioria no Nordeste

Publicado por: Simone Nunes Cavalcante | Publicado: Quarta, 06 de Fevereiro de 2019, 17h33 | Modificado por: Simone Nunes Cavalcante | Última atualização em Segunda, 11 de Fevereiro de 2019, 15h24 | Acessos: 1204

 

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O Diretor Geral do DNOCS, Angelo Guerra, recebeu das mãos do Ministro do Desenvolvimento Regional, Gustavo Canuto, um exemplar do Plano de Ações Estratégicos para a Reabilitação de Barragens. A solenidade aconteceu na manhã desta quarta-feira (6), em Brasília.

Estamos agindo para que os cuidados com barragens no País sejam concretos. A segurança da população é uma prioridade em quaisquer circunstâncias", destacou o ministro Gustavo Canuto durante encontro que reuniu o presidente do Tribunal de Contas da União (TCU), José Múcio, e a diretora-presidente da Agência Nacional de Águas (ANA), Christianne Dias, além de titulares do Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (Dnocs) e da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf). Parlamentares de estados diversos também acompanharam a apresentação.

As 139 barragens que serão recuperadas estão distribuídas nos seguintes estados: Ceará (31), Pernambuco (26), Bahia (26), Minas Gerais (15), Rio Grande do Sul (10), Rio Grande do Norte (7), Piauí (5), Santa Catarina (4), Paraíba (4), Alagoas (4), Maranhão (3), Rio de Janeiro (2), Sergipe (1) e Paraná (1).

As barragens do Ceará serão:Araras – Paulo Sarasate, Pedras Brancas, Pereira de Miranda– Pentecoste, General Sampaio, Taquara, Trussu, Edson Queiroz – Serrote, Caxitoré, Pompeu Sobrinho – Choró, Cedro, A F Antero – Fogareiro, Ayres de Sousa – Jaibaras, Patu, Riacho do Sangue, Quixeramobim, Acaraú Mirim, Várzea do Boi, Forquilha, Serafim Dias, Manoel Balbino, Frios, Realejo, Favelas, Thomaz Osterne, Santo Antonio de Aracatiaçu, Trici, Pacoti, Riachão, Cedro, Canaúba e Rivaldo Carvalho.

O ministro Gustavo Canuto explicou que, inicialmente, há R$ 50 milhões disponíveis na rubrica orçamentária do Ministério para as intervenções. O cronograma de execução das atividades ficará a cargo de cada órgão responsável pelas estruturas.

Segundo Gustavo Canuto o Governo Federal está revisando a Lei de barragens e estudando medidas para alterar a classificação de riscos.

Estiveram presentes a solenidade os diretores de Infraestrutura Hídrica, Roberto Otto Massler, Administrativo, Gustavo de Medeiros Paiva e o engenheiro Augusto Tostes e parlamentares de estados diversos.

 

 

                                                                                                                      

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