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Piscicultura - Três projetos estão em fase de licitação (*)

Publicado: Segunda, 11 de Abril de 2005, 07h33 | Modificado por: | Última atualização em Segunda, 11 de Abril de 2005, 07h33 | Acessos: 1045
Pelo menos três projetos incluídos no Programa Conviver, mantido pelo
Ministério da Integração Nacional, estão com orçamentos na fase de
licitação para serem implantados ainda em 2005: Apoio à Piscicultura,
no valor de R$ 2,9 milhões; Capacitação para a Produção de
Alternativas de Alimentos para o Semi-árido, no valor de R$ 130 mil; e
Produção de Microalgas, no valor de R$ 85 mil. No primeiro projeto, está
prevista a aquisição de ração, no valor de R$ 1,3 milhão; 984 unidades
de tanques-redes tipo engorda e 120 unidades de tanques-redes tipo
berçário, no valor de R$ 454 mil; e aquisição dos seguintes
equipamentos: câmara frigorífica, fábrica de gelo em escama, máquina
selecionadora de pescado e túnel de congelamento rápido, no valor de
R$ 549 mil.

O diretor-geral do Dnocs, Eudoro Santana, tem incentivado o
empresariado do Nordeste a investir na produção de peixes nos
açudes, por ser uma fonte alternativa de renda que vai garantir a
produção em escala, visando à profissionalização do setor com a
introdução de nova tecnologia de pesca. Ele explicou que o órgão busca
parcerias com o setor empresarial em várias áreas de sua atuação,
entre as quais irrigação e produção de alevinos e pescado. Ao mesmo
tempo que o governo federal incrementa as parcerias com a iniciativa
privada, avalia Eudoro, oferece capacitação aos pescadores artesanais,
levando para as regiões onde há açudes construídos as novas
tecnologias de criação de peixe e da pesca. Com isso, além de
capacitar as famílias que vivem da pesca, difunde a cultura de
preservação do meio ambiente, como os cuidados com os mananciais
d´água, e evita a pesca predatória.

Além disso, o Dnocs tem incentivado novos produtores de tilápia, com
os treinamentos periódicos no auditório do Centro de Pesquisas em
Aqüicultura de Pentecoste. As aulas são ministradas a interessados,
como empresários, profissionais liberais, engenheiros de pesca,
agrônomos e estudantes universitários. A cada turma, em torno de 30
participantes, novos horizontes são abertos para os que pensam em
montar seu próprio negócio e ampliar seus conhecimentos com as
novas tecnologias.

( * ) matéria publicada no jornal Diário do Nordeste, edição do dia
11/04/2005.
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